Projeto M:SP. O primeiro de muitos.

Conteúdo, Mappa

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A Mappa começa o ano desenvolvendo uma série de projetos para clientes e patrocinadores. No caso dos projetos proprietários — ações de longa duração criadas em conjunto com marcas patrocinadoras — a equipe vem trabalhando há cerca de 1 ano no planejamento de um guia especial para atender a demanda por informações turísticas que deve crescer com os eventos esportivo no Brasil, como Copa e Olimpiadas, além da própria exposição no exterior e do crescimento econômico que o país vem conquistando nos últimos anos.

O Projeto M:SP faz parte de uma ação nacional que envolve um título impresso, com periodicidade bimestral, e uma plataforma digital que deve incluir site, redes sociais e aplicativos mobile. Esse será o primeiro projeto independente criado pela Mappa para captação de patrocinadores e anunciantes. O objetivo é que a primeira fase do M:SP seja lançado oficialmente em março. Como ainda há negociações em andamento, não podemos adiantar mais do que isso. Mas em breve teremos novidades.

Em paralelo, outros projetos que estavam incubados na Mappa devem começar a ganhar vida própria em meados de 2012. Aguarde. Trabalho é o que não vai faltar nos próximos meses.

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Uma agenda que vale por um livro e uma galeria de arte

Conteúdo, Cultura, Design, Geral, Informação, Mappa

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Nos dias 17 e 18 de janeiro foi lançada, na Feira Preta, a Agenda AfroBrasileira. Um projeto que fez história junto à comunidade negra do país e que retorna agora, numa parceria do Instituto Casa das Áfricas, a Fundação Sindika Dokolo e a Galeria Soso com a Mappa. Mais do que uma simples agenda anual, o projeto envolve um site e outras plataformas digitais, como Twitter e Facebook, com o objetivo de registrar e divulgar datas importantes do calendário afro-brasileiro. A Agenda foi idealiza em 1994 pelos professores Acácio Almeida e Lucilene Reginaldo. Ao longo de mais de 3 meses, a Mappa participou do desenvolvimento da estratégia de conteúdo da versão 2012, desde o conceito visual até o planejamento das ações em redes sociais.

O projeto gráfico da Agenda impressa, elaborado por Andréa Vianna, privilegia as informações históricas e iconograficas relacionadas com os temas África, diáspora africana e questões afro-brasileiras. Cada mês abre com uma obra de arte da coleção Sindika Dokolo, de Angola, o maior acervo de arte contemporânea africana do mundo. Essas obras estarão no Brasil durante a exposição itinerante Transit_BR, trazidas pela Galeria Soso, de São Paulo. Todo projeto pretende servir de apoio aos educadores na implementação da Lei 10.639, de 2003, que obriga o ensino de história e cultura africana em todas as escolas do país. A Agenda está sendo vendida por telefone e pelo site. Saiba mais aqui.

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Novo endereço: Mappa mudou de mapa

Geral, Mappa

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A Mappa mudou seu endereço oficial e a estrutura do seu escritório. Estamos agora no Pto de Contato, um dos mais conceituados e bem estruturados espaços de co-working em São Paulo, criado pela publicitária (e empreendedora) Fernanda Nudelman, uma expert e pioneira em co-working no Brasil.

O novo endereço é na Rua Augusta, 2690, no 3º andar. Fica entre a Alameda Lorena e a Oscar Freire, no topo da emblemática Galeria Ouro Fino, conhecida por suas lojas de moda e pelo público descolado.

Junto com outras empresas dividimos um espaço comum para trabalhos em equipe, reuniões e atividades que promovem networking.

Esse é um espaço que já estávamos usando, além da nossa base original na Vila Olímpia, mas que agora passa a ser o nosso endereço e escritório oficial. Quer mandar correspondência? Pode mandar pra cá. Quer fazer uma visita? É só marcar que nos encontramos aqui. Ah, e se quiser ligar pode usar também o telefone do Pto: 2626.0860. Juliana e Débora localizam a gente rapidinho.

A Mappa é adepta do modelo de trabalho colaborativo há um bom tempo. Muitos dos nossos projetos são desenvolvidos junto com profissionais e empresas parceiras. “Junto” aqui quer dizer juntos mesmo, literalmente à quatro mãos ou mais. Na maioria dos casos, não tratamos esses parceiros como meros fornecedores e freelancers, contratando-os unicamente para executar.

Preferimos criar e tomar decisões depois de realizarmos brainstorms onde todos participam, aproveitando o conhecimento e experiência individual para tirarmos o melhor de cada projeto.

No Pto de Contato esse modelo colaborativo certamente vai ser ainda mais intenso, pois estaremos lado-a-lado de um grupo de pessoas especializadas nas mais diferente áreas que também estão adotando o co-working na prática.

Fotos do Pto de Contato: Rubens Vieira (também co-worker)

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Mappa na rede

Geral, Mappa

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Já faz um tempinho, mas aproveitamos para registrar nesse post que a Mappa padronizou sua presença nas redes sociais com o username “mappaetc”. Uma forma de unificar nosso nome nos meios digitais e de facilitar a busca de quem quiser manter contato com a gente. Então, que tal ficar conectado nos nossos principais canais?

• Siga a Mappa no Twitter (a antiga conta era @gpsmappa, mas quem já seguia foi redirecionada pra nova automaticamente)

• “Curta” a Mappa no Facebook

• Veja nosso álbum no Flickr

• “Assine” alguns dos nossos projetos editoriais no Issuu

• Conheça alguns trabalhos mais antigos da Mappa no Behance (os mais recentes estamos atualizando aqui, no nosso Portfólio)

Também para padroniar, adotamos a razão social “Mappa Projetos de Comunicacão LTDA”. Assim você também consegue achar a gente nas buscas. Em breve, outras redes serão atualizadas e a gente vai se falando.

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Evento da Revista da Ampla aconteceu no ES

Conteúdo, Geral, Informação

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Ontem a Ampla realizou o evento #bsampla desenvolvido pela Mappa para gerar o conteúdo da revista customizada dessa agência pernambucana. Com a participação de empresários do Espírito Santo foi debatido o tema da edição número 12 da revista: o empreendedorismo. O evento aconteceu numa casa de recepções em Vitória, capital onde a Ampla tem filial. Numa conversa informal, foi discutido diversos aspectos do empreendedorismo. A platéia formada pela equipe da agência e por convidados especiais fez perguntas diversas e, pelas redes sociais, deu pra acompanhar a discussão. No final do ano a revista será lançada com um belo projeto gráfico e editorial falando do debate e do perfil dos participantes, como fizemos no ano passado. Por enquanto, acompanhe um pouco do que rolou no #bsampla 2011 e os bastidores da revista através do seu blog.

Imagem: foto de Fernando Lima

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Relatório Anual do Metrus com cara de informativo

Conteúdo, Design, Geral, Informação

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Antes de distribuir o tradicional Relatório Anual para os participantes dos seus planos de previdência, o Metrus lançou duas edições especiais do seu Informativo interno com um resumo dos dados e atividades de 2010. A equipe de design da Mappa desenvolveu o projeto gráfico dos dois volumes dessa edição: uma para quem aderiu ao Plano I e outra para aqueles que optaram pelo Plano II. O projeto, no formato A4 e com 12 páginas cada um, manteve a sobriedade típica desse tipo de material mas ganhou leveza internamente com gráficos e ícones coloridos. Em breve vamos lançar o Relatório final e mostraremos aqui.

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Um instante, por favor

Geral, Mappa

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Foto de Massimo Bairati, no Flickr

O site da Mappa está sendo reformulado e junto com ele este blog, o GPS/Mappa. Durante um bom período utilizamos esta plataforma para divulgar textos, opiniões e comentários sobre temas como gestão, negócios, design, marketing e tecnologia.

Com o propósito de ser um “localizador de tendências e novidades”, o GPS/Mappa convidou colaboradores especializados nos mais diversos assuntos, espalhados pelo mundo, para abastecer o conteúdo do blog. Esses amigos/colaboradores, profissionais radicados em lugares tão distantes quanto NY e Dubai, São Paulo e Lisboa, Recife e Luanda, participaram com uma centena de posts ao longo de mais de 2 anos. Mas a “novidade”, agora, é que o GPS passa a ser um blog essencialmente sobre a Mappa, a agência de conteúdo. Com informações atualizadas sobre os projetos, a dinâmica da empresa e o dia-a-dia da equipe. Tendências e inovações interessantes também terão vez, através de posts específicos. Mas vamos deixar os assuntos mais dissociados da empresa pra um projeto novo, ainda em desenvolvimento, com conteúdo abrangente e independente, na forma de uma… digamos, “revista” online.

Alguns dos atuais colaboradores continuam abastecendo de informações a equipe da Mappa, compondo uma rede interna para troca de experiências. Mas reservamos pra eles um papel especial nesse projeto futuro. Aguardem.

Antes disso, o GPS quer agradecer pela participação de cada um até o momento: Alcione Ribeiro, Carol Luna, Caroline Moraes, Daniel Ferreira, Denis Santini, Lulina (todos em São Paulo), Alex Carvalho (Londres), Christian Rauh (NY), Cristina Alcântara (Madri), Erick Rosa (Lisboa), Juliana Torres (Luanda), Rafael Rizuto (Dubai), Tozé (Vancouver) e Márcia Lira, Ricardo Rique e Toni Ferreira (que são do Recife). Esperamos contar com eles muito em breve. Por hora, a Mappa reformula as páginas do seu site que agora conta com este blog, abastecido pela sua equipe.

Em poucos dias, com o site redondo, você vai ficar por dentro de mais novidades. Pra não perder nada, siga o GPS/Mappa no Twitter. E, por fim, antes de clicarmos no botão “publicar este post”, lembramos de escrever esse aviso: todo conteúdo produzido e publicado até aqui vai continuar disponível. Continuem acessando.

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Papel e caneta: obsoleto ou necessário?

Geral, Tecnologia

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Computador, iPad, notebook, celular, 3G, wireless… são tantas opções tecnológicas que seria difícil listá-las aqui. Os sistemas e produtos online estão ganhando cada vez mais espaço, deixando para trás as formas, hoje consideradas arcaicas, de se fazer anotações, agendar compromissos, guardar dados de contatos etc. A máquina definitivamente está substituindo o nosso querido amigo papel.

Mas, até onde isso é válido? Pergunto isso porque tenho notado algo de extrema importância: nem todos que aposentam o modo tradicional do papel e caneta estão se precavendo para possíveis falhas, pane, falta de energia e afins. Ou seja, ficam literalmente na mão quando a máquina decide não funcionar.

Você pode dizer que é importante fazer backup, gravar dados em CD, DVD, seja lá o que for. OK, isso também é importante, mas o que fazer para dar continuidade no seu trabalho no momento em que a tecnologia não estiver acessível? Será que todos estão preparados para isso?

Os livros também correm o risco de virar coisa do passado, já que agora as pessoas preferem usar os famosos e-books. Confesso que sou adepta ao bom e velho livro em papel, e no meu ponto de vista, nada há de substituí-lo. Mesmo porque, qual o tempo médio de duração da bateria de um Ipad ou e-book? Será que resiste a uma viagem longa do tipo São Paulo – Tóquio? O livro em papel resiste.

Meu questionamento nasceu depois de passar um dia inteiro tentando marcar uma consulta médica e a clínica alegar que era impossível, pois estavam com o sistema de marcação de consultas fora do ar. Então pensei comigo, o que aconteceu com as agendas dos médicos? Não é mais possível agendar uma consultar sem usar o computador? Diante de uma pane elétrica a clínica fica sem agendar seus pacientes? Um tanto imprudente, não acha?

Será que o mercado está preparado para migrar 100% para um atendimento eletrônico sem ter nenhum tipo de “plano B” para a falta dessa tecnologia? Tenho lá minha dúvidas. Acho que ainda precisamos estudar formas de suprir essa necessidade, até lá, recorrer ao papel e caneta não faz mal a ninguém.

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A Rede Social: um clique em curtir

Conteúdo, Cultura, Entretenimento, Geral, Marketing, Tecnologia, inspiração

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Sensação esquisita é assistir a um filme sobre um movimento que está acontecendo agora e do qual se faz parte. Essa “coisa” redes sociais tem crescido de forma tão envolvente, que é complicado digerir. É como, do campo de batalha, querer entender todos os impactos de uma guerra. Falta o conforto do distanciamento histórico.

E de repente, o Facebook é personagem de cinema.

Com essa estranheza de um lado e associando a obra a um caça-níqueis 2.0 do outro, assisti A Rede Social (The Social Network, EUA, 2010), de David Fincher. E me enganei. O filme que estreou neste fim de semana no Brasil apresenta um Mark Zuckerberg (interpretado por Jesse Eisenberg) complexo, um personagem interessante. Um símbolo desses tempos de start-ups, de jovens com ideias geniais que se tornam milionários de um clique para outro.

Alguns pontos para os quais o longa me chamou atenção. Um deles é a consciência do sucesso de Sean Parker (Justin Timberlake), um dos fundadores do Napster, apesar do programa de compartilhamento de música ter falido e sido detonado na Justiça. No filme, ele diz algo como “Dizem que eu perdi, mas eu ganhei. Eu revolucionei o mercado da música”. A mais pura verdade: até hoje, a indústria fonográfica procura meios de se refazer depois que o Napster, surgido em 1999, deu às pessoas a possibilidade de simplesmente trocar/piratear canções.

Essa questão do sucesso/fracasso, abrindo um parêntesis, me lembrou o Silvio Meira criticando a forma como o Brasil lida com erros, em observações indispensáveis. Para os brasileiros, ele observa, um empresário cuja empresa faliu é um derrotado, e não um empreendedor com mais experiência para fazer uma outra empresa dar certo. Ao contrário de outros países, uma queda aqui não é perdoada. Porém, boa parte das iniciativas bem-sucedidas têm à frente alguém que sofreu algumas falências.

A (não) relação de Zuckerberg com o dinheiro é outro aspecto forte no filme: tudo indica que encher os bolsos nunca foi uma preocupação do menino prodígio. Mais uma evidência de que está difícil escapar do que antes parecia mais papo de recursos humanos: tem que fazer por paixão, os lucros vêm como consequência. Tanto que Zuckerberg é famoso por ser um milionário cheio de simplicidade, que vive numa casa normal e vai trabalhar de sandálias “Rider”.

Também é engraçado pensar em como pode ter sido prosaico o surgimento da opção de definir o status do relacionamento no Facebook. Um adendo simples, que deu corpo à maneira como as pessoas se conhecem hoje em dia. Ninguém se envolve com outro, sem antes checar suas credenciais digitais: perfil no Facebook e Orkut, posts no Twitter, busca no Google. Um mundo de possibilidades para a paquera.

Por essas, pelo talento do diretor David Fincher (Seven, Clube da Luta, Zodíaco) e por outras que você pode nos contar aqui, vale muito a pena ver A Rede Social.

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O digital acabou?

Geral, Tecnologia

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Pedro e Bia

Veja esse vídeo. Atente para os depoimentos de Pedro e Bia, duas crianças falando do universo digital, e de Ronaldo e Eliezer, dois motoboys explicando o impacto de ferramentas como celular e internet nas suas vidas.

São personagens pouco comuns nas dezenas de palestras, seminários e eventos sobre tecnologia e marketing que lotam a agenda anual de quem trabalha com comunicação. Nesse documentário, produzido pela consultoria de branding Limo Inc e pela agência iThink, eles se tornam interessantes não só por se tratar de uma presença incomum, mas também por terem vivências e pontos de vistas próprios, fora do universo dos “especialistas”.

Ronaldo e Eliezer

Os motoboys revelam, só pra citar uma das falas, que muitos colegas hoje se interessam em estudar mais para aprender a escrever melhor pois querem usar o computador e as redes sociais com mais eficiência. Digitar um nome errado num GPS do celular, por exemplo, pode gerar confusão pra quem precisa circular por uma grande cidade. Ronaldo e Eliezer fazem parte de um projeto chamado Canal*Motoboy, que divulga conteúdo gerado por um grupo de motoboys de São Paulo através de câmeras de celular.

Já Pedro e Bia devem achar esse papo totalmente estranho. Mundo digital? O que é isso? Afinal, esse já é o mundo deles. Como diz Luli Radfahrer, que também aparece no vídeo, é como perguntar sobre o impacto da energia elétrica nas nossas vidas pra quem sempre viveu com ela. A gente tem que pensar muito pra saber como era viver sem uma lâmpada. Algo muito remoto pra maioria de nós que vê uma lamparina como peça de museu. Para os dois irmãos, a peça de museu da geração deles pode ser a máquina de escrever. É divertidíssimo ver os dois mostrando uma dessas máquinas, relíquia guardada pelo pai, que eles mal sabem como funciona. Vale a pena ver até o final para acompanhar essa cena que nos coloca em nosso devido lugar: somos de uma antiga era, que acabou. Por mais que estejamos antenados, reciclando conceitos, indo às tais palestras que pretendem prever um futuro próximo e nos preparar pra ele (na real, ele já começou), estamos apenas tentando nos adequar ao mundo de Pedro e Bia.

Luli Radfahrer

Sou um desses que lota a agenda com as palestras dessa gente especializada em falar sobre o impacto do mundo digital na nossa vida. Divido esses palestrantes em três tipos:

1) Jovens, de mais ou menos 20 anos, falando da experiência na sua própria start up, já familiarizados com os computadores, celulares, redes sociais, internet, apesar de terem presenciado a transição do analógico para o digital ainda cedo. A tal Geração Y.

2) Pessoas com seus 40 anos explicando como foi ou está sendo seu processo de adaptação a essa nova era. Acho que é a turma da chamada Geração X.

3) E por fim, aqueles executivos que já passaram dos 50 ou 60, tentando entender o que está acontecendo e sobreviver nesse mundo totalmente desconhecido.

Cada um mostra uma perspectiva própria do futuro e da sua relação com a tecnologia e os novos meios de comunicação sob um ponto de vista de “exploradores” de um mundo um tanto desconhecido, pra uns mais do que pra outros. Mas que são estrangeiros é fato.

Gostaria de ouvir mais a perspctiva de gente como Pedro e Bia, por serem nativos dessa era, e de pessoas como Ronaldo e Eliezer que mostram o impacto real e revolucionário do que na maioria das vezes tende a parecer apenas tese de quem vê tudo sob a perspectiva de salas de reunião e relatórios de pesquisas.

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